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terça-feira, 31 de maio de 2011

12 hábitos ajudam a manter a família unida

Saiba como é possível fortalecer o vínculo afetivo com pequenas atitudes
por Letícia Gonçalves
 
Crescem os estudos que comprovam como os familiares interferem na nossa saúde física e mental, independente da idade. Uma pesquisa publicada no Jornal da Associação Americana do Coração, por exemplo, comprovou que pacientes da terceira idade se recuperam muito mais rápido de derrame quando acompanhados dos parentes. Já um outro estudo recente da Universidade de Oregon, nos EUA, indicou que pais com dificuldades de relacionamento têm mais chances de ter bebês com distúrbios durante o sono.
 
Manter o vínculo afetivo é uma vantagem e tanto, mas nem sempre é fácil. "Há famílias que se veem muito, porém as pessoas não são tão próximas, porque tem o componente da afinidade. Construímos vínculos com as pessoas que nem sempre podem existir nas famílias", explica a psicóloga Eliana Alves, do Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro. Confira a seguir alguns ingredientes diários que podem incrementar os laços afetivos e aumentar - de fato - a união familiar.
 
1. Respeite os limites de cada umEsse é um dos hábitos mais difíceis, pois implica aceitar algumas diferenças. "Cada indivíduo da família tem seu ritmo, seu jeito de vivenciar as coisas da vida. Tanto os filhos como os pais desenvolvem essa percepção do 'jeito de cada um'", conta o psiquiatra Paulo Zampieri, Terapeuta de Casais e Famílias, de São Paulo. Procurar respeitar essas peculiaridades - desde que não sejam preocupantes - pode ajudar a resolver conflitos familiares de uma forma muito mais fácil.
 
2. Priorize o bom humorProcure encarar os conflitos familiares com mais disposição. Muitos deles surgem por motivos pequenos e são alimentados pelo cansaço e estresse do dia a dia. "Encarar conflitos já é melhor do que evitá-los e há de ser com bom humor, senão fica sempre parecendo cobrança ou bronca", aconselha o psiquiatra Paulo Zampieri.
 
3. Cozinhe em conjuntoA psicóloga Eliana Alves fala que é importante criar espaços que propiciem um vínculo afetivo. "Vivemos no imperativo da falta do tempo, mas é necessário se preocupar em criar momentos para conviver com nossos familiares", diz a especialista.
 
Para driblar essa falta de tempo, os programas conjuntos podem ser tarefas diárias como as atividades domésticas, que permitem uma troca de experiências. "Atividades lúdicas e domésticas ajudam todos os membros da família a se apropriarem dos pertences do lar, aprendendo juntos as tarefas que um dia os filhos também farão", afirma o psiquiatra Paulo Zampieri. 
 
4. Incentive o diálogoEssa é uma das práticas mais fundamentais. De nada adianta viver unidos sob o mesmo teto se não há conversa, se as pessoas não compartilham seus sentimentos e experiências de vida. O diálogo permite saber o que o outro está pensando e sentindo e é a melhor forma de resolver desentendimentos.
 
"Os familiares são os maiores parceiros que filhos, pais e avós têm naturalmente na vida", lembra o psiquiatra Paulo Zampieri, que dá uma boa dica para fortalecer os vínculos por meio do diálogo. "Peça aos avós que contem como foi a vida deles, como se uniram, o que pensavam da vida. É um jeito interessante de co-construir a história da família por meio dos protagonistas mais velhos e permite conhecer como os costumes mudaram", completa.
 
5. Crie momentos de lazer com todosOs familiares servem de apoio nas horas difíceis, mas também podem ser ótimas companhias para momentos de distração e divertimento. O psiquiatra Paulo Zampieri conta que, quando os filhos são pequenos, fica mais fácil: "É só convidar que todos vão", comenta.
 
No entanto, quando os filhos crescem e se tornam mais independentes, essas ocasiões ficam cada vez mais incomuns. "Quando a família cultiva esses hábitos desde cedo, gera a possibilidade de conservar atividades de lazer em conjunto em etapas mais adultas", completa o especialista.
 
6. Procure estar disponívelNão precisa ser super-herói: é impossível estar disponível o tempo todo e a família precisa entender isso, principalmente as crianças. Entretanto, mostrar disponibilidade para conversar e dar atenção, sempre que possível, é fundamental. De acordo com o psiquiatra Paulo Zampieri, os pais devem fazer isso de forma declarada. "Conte comigo", "sou seu parceiro" ou "se precisar, estou aqui" são frases que ajudam os filhos a encontrarem um momento de poder falar. 
 
7. Evite que a rotina agitada e estressante interfira no contato familiarÉ nada agradável encontrar uma pessoa em casa com a cara fechada, sem vontade de conversar. Experimente imaginar que, no momento em que você for passar pela porta de entrada, as preocupações do trabalho ficarão do lado de fora. A família poderá ser uma excelente forma de distração!
 
Em alguns momentos, procure também deixar o trabalho e demais compromissos em segundo plano. "Tal postura pode indicar valorização do contato, como se a pessoa estivesse dizendo à família: 'vocês são importantes para mim'", afirma a psicóloga clínica Michelle da Silveira, de São Paulo.
 
8. Invista no afetoHá várias formas de manifestá-lo, vale a sua criatividade de adaptá-las ao tempo e à rotina que você possui. Não se esqueça também do carinho físico. Um simples abraço proporciona conforto e uma ligação muito forte. "O afeto pode ser uma forma de aproximação das pessoas. A partir dele, outros sentimentos fundamentais para as relações serem estabelecidas são formados, como: respeito, compreensão, tolerância, entre outros", explica a psicóloga Michelle da Silveira.
 
9. Não espere os finais de semanaProcure se lembrar de estreitar os vínculos sempre. Um telefonema, um email ou mesmo uma mensagem por celular podem ser demonstrações de afeto que fazem a diferença. "Com maior tempo de interação, as pessoas poderão se conhecer melhor, agregar pontos positivos da outra pessoa, descobrir afinidades e, a partir daí, estreitar os laços que podem levar à construção de vínculos mais estáveis", esclarece a psicóloga Michelle da Silveira.
 
10. Reconheça os próprios errosNinguém na família é perfeito, inclusive os pais. Segundo a psicóloga Michelle da Silveira, assumir falhas pode implicar em mudança, uma vez que a pessoa refletiu sobre a sua ação e, em uma próxima situação parecida, tentará agir de forma diferente. "Esse comportamento de flexibilidade gera confiança na pessoa com a qual se relaciona, pois ela fica com a idéia de que o erro poderá não se repetir", completa.
 
11. Crie momentos a sós com cada umEstimular ocasiões exclusivas entre marido e mulher ou mãe e um dos filhos, entre outras possibilidades, facilita a comunicação. A psicóloga Michelle da Silveira explica que isso favorece o conhecimento entre as pessoas e facilita a criação de sentimentos, como intimidade e confiança.
 
12. Seja um exemploSuas pequenas atitudes no âmbito familiar podem gerar admiração pelos parentes. Quando há essa admiração, a possibilidade de existir vínculos é maior. A psicóloga Michelle da Silveira explica: "Existe nas relações a intenção comum entre as partes de agregar valores, e só é possível obter esses valores, em geral, de alguém sobre o qual se nutre admiração".

sábado, 21 de maio de 2011

O SENHOR NUNCA NOS DESAMPARA

“Não me desampares, Senhor, meu Deus, não te alongues de mim. Apressa-te em meu auxílio, Senhor, minha salvação” (Salmos 38:21-22).






Quem, dentre nós mulheres, nunca pensou que o Senhor nos abandonou e desistiu de nós naqueles momentos em que mais precisávamos dEle?
Muitas pensam, até mesmo, que morrer é a melhor solução, pois ninguém iria se importar... nem mesmo Deus! Frases saem de suas bocas como desabafo... vingança... revolta...
“Se ele não me ama, então para que viver?”
“Os filhos me odeiam... para que serve minha vida?”
“Ninguém me quer como amiga!”
Vidas confusas, sem Deus, sem a Palavra, sem uma conversa diária com o Senhor...
O que falta em muitas vidas é o conhecimento da Bíblia, pois muitas e muitas vezes Ele nos assegura que NUNCA nos desamparará. Coloquemos estes versículos em nossos corações:


“Porquanto o Senhor teu Deus é Deus misericordioso, e não te desamparará...” (Deuteronômio 4:31).


“Porque o Senhor... não desampara os seus santos” (Salmos 37:28).


“... porque Tu, Senhor, nunca desamparaste os que Te buscam” (Salmos 9:10).


Como mulheres de Deus, temos que confiar nEle. Em Salmos 9:10, Ele nos prometeu que se O buscássemos, Ele nunca nos desampararia.
Muitas vezes, nós sofremos porque não conhecemos as Suas promessas nem nos lembramos do Seu amor e do Seu cuidado por cada uma de nós.
“Mas sou pobre e necessitado; contudo o Senhor cuida de mim. Tu és o meu auxílio...” (Salmos 3:17).


Nunca duvide, irmã, dos cuidados de Deus! A presença dEle é real. A paz perfeita que está faltando em sua vida é porque você não tem os olhos fixos nEle. Ele a ama, se importa com você, chora com você e... também se alegra com você.
A nossa fidelidade ao Senhor tem que estar presente em nossa vida, pois só assim poderemos ser felizes.
Um dos atributos do Senhor é ser fiel e é nEle que devemos nos espelhar... é com Ele que devemos andar... é como Ele que devemos ser.
O desespero, o estresse, a depressão... surgem em nossa vida porque não nos amparamos no Senhor. Não confiamos que Ele é um Deus onipotente, capaz de mudar o estado desesperador, estressante e deprimente de nossa vida. Achamos que somos super-mulheres capazes de resolver nossos problemas com nossas próprias forças, sem a ajuda de Deus. A Bíblia em 1Pedro 3:7 nos lembra que o marido deve nos dar honra porque somos “... vaso mais fraco.”
Amada irmã, viver na dependência de Deus é uma decisão sábia, pois só Ele conhece as nossas fraquezas e necessidades e, só Ele, tem planejado tudo perfeito para nossa vida. Quem somos nós para mudar o rumo do que Ele tem preparado para nós?
Com o coração cheio de agradecimento, veja como estas palavras são um refrigério para nossa alma...
“Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém, um que, como nós em tudo foi tentado, mas sem pecado. Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno” (Hebreus 4:15-16).
Somente na Palavra de Deus é que podemos encontrar alívio para nossa alma e é nEle, no Senhor, onde podemos nos aninhar e repousar nossas cabeças a fim de termos a paz que Ele prometeu nos dar...
“Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize” (João 14:27). Que conforto e segurança Ele nos dá!
Este, irmã, é o Deus que aceitamos em nossa vida. Um Deus que cuida de nós, que nos ampara, nos consola e, acima de tudo, nos ama com um amor tão grande que deu a Sua própria vida para nos dar vida eterna.


ESTE É O AMOR QUE EXCEDE TODO O ENTENDIMENTO... O AMOR DO NOSSO DEUS.


 Valdenira Nunes de Menezes Silva

terça-feira, 10 de maio de 2011

Aprendendo com o próximo

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Se o outro não faz, é um Preguiço. Se
você não faz, está muito ocupado.
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Se o outro fala, é Intrigante. Se você
fala, é apenas crítica construtiva.
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Se o outro decide-se à favor de um ponto
de vista, é Cabeça Dura. Se você o
faz, está apenas sendo firme.
icon2
Se o outro não cumprimenta, é Orgulhoso.
Se você passa sem cumprimentar, é
apenas distração.
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Se o outro fala sobre si mesmo, é Egoísta.
Se você fala, é porque precisa desabafar.
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Se o outro se esforça para ser agradável,
está com Segundas Intenções. Se
você age assim, é gentil.
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Se o outro faz alguma coisa sem receber
ordens, está sendo Folgado. Se você
faz, está tomando a iniciativa.
icon2
Se o outro progride, teve Oportunidade. Se
você progride, foi fruto de muito trabalho.
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Se o outro luta por seus direitos, é Teimoso.
Se você o faz, é prova de caráter.
icon2
Se você manda uma mensagem dessa para
alguém, é porque gosta dos Amigos. Se
o outro manda, é um Desocupado.
icon1
Quando pensar em julgar alguém, olhe primeiro
para dentro de si, pois em muitos julgamentos
mesquinhos, acabamos sempre nos julgando,
baseados totalmente na figura do outro!

quinta-feira, 5 de maio de 2011

SEJA COMO A OSTRA


Você já se sentiu ferido pelas palavras rudes de alguém?
Já foi acusado de ter dito coisas que não disse?
Suas idéias já foram rejeitadas, ou mal interpretadas?
Você já sofreu os duros golpes do preconceito?
Já recebeu o troco da indiferença?
Seja uma Ostra!E produza uma pérola!
Pérolas são produtos da dor;
“Uma ostra que não foi ferida não produz pérolas"
...Resultados da entrada de uma substância estranha ou
indesejável no interior da ostra,
como um parasita ou um grão de areia.
As pérolas são feridas curadas.
Na parte interna da concha é encontrada uma substância lustrosa chamada NÁCAR.
Quando um grão de areia a penetra, as células do NÁCAR começam a
trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e mais camadas,
para proteger o corpo indefeso da ostra.
Como resultado, uma linda pérola vai se formando.
Uma ostra que não foi ferida, de algum modo, não produz pérolas,
pois a pérola é uma ferida cicatrizada...
Cubra suas mágoas com várias camadas de amor.
Infelizmente, são poucas as pessoas que se interessam por esse tipo de movimento.
A maioria aprende apenas a cultivar ressentimentos, deixando as feridas abertas,
alimentando-as com vários tipos de sentimentos pequenos e,
portanto, não permitindo que cicatrizem.
Assim, na prática, o que vemos são muitas "Ostras Vazias”,
não porque não tenham sido feridas, mas, porque não souberam perdoar,
compreender e transformar a dor em amor.
Um sorriso, um olhar, um gesto, na maioria das vezes, fala mais que mil palavras...
Então, produza uma pérola!


OBS: Autor desconhecido
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